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Notícias das PICS no SUS - Semana do dia 21 de Fevereiro 2022

Atualizado: 25 de fev. de 2022


Curso de Plantas Medicinais e Fitoterapia pelo Telessaúde de Goiás


O curso propõe apresentar, ampliar e atualizar os conhecimentos em plantas medicinais e fitoterápicos, fundamentando o seu uso seguro e motivando os profissionais a atuar nos diversos setores que envolvam a aplicação e o estudo de plantas medicinais e fitoterápicos; propõe, também, apoiar a implementação das plantas medicinais e da Fitoterapia, visando o fortalecimento das Políticas Públicas de Saúde, das ações e dos serviços de Práticas Integrativas e Complementares na Rede de Atenção à Saúde, promovendo o acesso e ampliando as possibilidades de cuidado.






Entidades da Acupuntura defendem a Acupuntura multiprofissional


Entidades da Acupuntura elaboram carta endereçada ao Senador Eduardo Girão, solicitando que o mesmo não altere o projeto de Lei PL 5983/19, que regulamenta o exercício da acupuntura no país. Caso o projeto seja alterado, o mesmo voltaria para a Câmara dos Deputados, onde o projeto passou mais de 10 anos em discussão.





UBS do Câmpus de Palmas atende as primeiras mães atípicas


Na última terça-feira, 15 de fevereiro, ocorreu o primeiro atendimento às mães atípicas na Unidade Básica de Saúde da Universidade Federal do Tocantins no Câmpus de Palmas. O Projeto Mães Atípicas visa prestar apoio e cuidado a essas mulheres de forma gratuita.

Esses atendimentos acontecerão semanalmente até que o ciclo de terapias se encerre. Na primeira semana, a prática oferecida às mães é o Reiki, técnica de harmonização e reposição energética que busca promover a redução do estresse. Em seguida, as mães passarão por outras Práticas Integrativas e Complementares — tratamentos adicionais à medicina convencional como o próprio nome diz — como a massoterapia, teatro, arteterapia e auriculoterapia.

”Estou muito feliz em poder ver pessoas se preocupando em torno dessa nossa questão. Espero que outras mães tenham esse mesmo olhar que eu tenho tido já há um tempo sobre nós mesmas, de que nós precisamos ser cuidadas”, comenta Elizabeth Bezerra de Oliveira, uma das mães atendidas. ”Nós temos uma certa dificuldade de fazer esse movimento de olhar para a gente. Espero que venham em cadeia muitas coisas que estão escondidas, porque você vai se deixando levar, e mesmo tendo consciência de que precisa se cuidar, você não consegue. Você não consegue mudar sua rotina, seu foco, não consegue se priorizar”.





Projeto prevê criação de centros de medicina integrativa e complementar no SUS


O Projeto de Lei 4343/21 inclui entre os objetivos do Sistema Único de Saúde (SUS) a valorização de práticas de medicina integrativa e complementar, em associação ao modelo de atenção à saúde baseado na medicina tradicional. O texto, que tramita na Câmara dos Deputados, prevê a criação de Centros de Medicina Integrativa e Complementar (CMIC).

Fonte: Agência Câmara de Notícias



UFPB tem inscrições abertas para aulas de T’ai-chi Chuan


A Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio do Laboratório de Estudos Etnomusicológicos (Labeet) do Centro de Comunicação, Turismo e Artes (CCTA), está com inscrições abertas para o Coro Hatsuhinode e as aulas de T’ai Chi Chuan Pai Lin. As atividades são abertas à comunidade e os interessados em participar devem preencher um formulário eletrônico até o dia 7 de março.


Ambas as atividades são promovidas por projetos de extensão do Labeet. O “Musicola – Música, Inclusão, Cultura Oriental e Latino-americana” é responsável pelo Coro Hatsuhinode, enquanto que o “Divercult – Práticas Psicossomáticas, Musicais e Linguísticas da Diversidade Cultural” desenvolve as aulas de T’ai Chi Chuan Pai Lin.




Comissão de Assuntos Sociais rejeita regulamentação de terapeuta naturalista


A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) acompanhou parecer do relator, senador Irajá (PSD-TO), pela rejeição de projeto de lei que defende a regulamentação do exercício profissional do terapeuta naturalista. O PLS 174/2017 teve votação final no colegiado e será arquivado.


Homeopatia, reiki, cromoterapia e tai-chi-chuan são alguns exemplos de terapias naturistas ou, como também são chamadas, naturalistas. O autor da proposta, senador Telmário Mota (Pros-RR), explicou que a ideia é motivar os profissionais e garantir capacitação. O texto regulamentava a atividade e especificava as modalidades inclusas.


Irajá, no entanto, argumentou em seu relatório, que a adoção de normas regulamentadoras pode criar uma reserva de mercado, que proteja profissionais com alguma formação específica, em detrimento da sociedade e da eficiência econômica do mercado de trabalho. Ele também receia legitimar o exercício de "alguma profissão cuja eficácia da técnica adotada ou da base teórica não seja inequivocamente reconhecida".

Fonte: Agência Senado




PICS na Pauta com Daniel Amado conversa com Evaldo Martins Leite


Conversamos sobre a história da Acupuntura no Brasil, como surgiram os primeiros cursos de formação no país; a organização de entidades de formação e defesa da Acupuntura e da Medicina Tradicional Chinesa; Afinal, quem pode fazer acupuntura, e a história da regulamentação no país; e muito mais. Venha conferir!


Ele é médico cardiologista e ex-professor da Faculdade de Medicina Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Acupunturista desde a década de 1950, é considerado pioneiro da acupuntura tradicional no Brasil e no exterior. É um dos fundadores e, atualmente, presidente da Associação Brasileira de Acupuntura (ABA), e Defensor da Acupuntura para Todos. Não percam esse PICS na Pauta.



Universidade institucionaliza Programa UFU Saudável


Ações de bem-estar e saúde abrangem toda a comunidade acadêmica


Na tarde desta quarta-feira (23/02), durante a primeira reunião de 2022 do Conselho de Extensão, Cultura e Assuntos Estudantis da Universidade Federal de Uberlândia (Consex/UFU), que aconteceu em formato remoto, foi aprovado o Programa Institucional "UFU Saudável". Ele contempla ações de saúde, lazer, culturais, esportivas, formativas e educativas para o enfrentamento à pandemia e para o pós-pandemia.


Durante a leitura da proposta, o relator Moacyr Comar Junior, docente do Instituto de Química, ressaltou a importância da institucionalização do projeto, que já acontece na UFU. De acordo com ele, para além de prevenir e reduzir a transmissão e o contágio do novo coronavírus nos ambientes universitários, o UFU Saudável visa a possibilitar ações acolhedoras no ambiente universitário como estratégia de superação dos efeitos gerados pela pandemia e pela mudança de hábitos e atitudes do pós-pandemia. “É um marco da gestão na busca de garantir uma universidade saudável, não apenas nesse período pandêmico, mas também de estabelecer ações e atividades para o futuro da nossa instituição”, afirmou a pró-reitora de Assuntos Estudantis, Elaine Saraiva Calderari .


O novo programa se pauta pelos seguintes princípios e diretrizes: acolhimento, proteção e bem-estar, segurança e comunicação. A pró-reitora enalteceu o fato de ser a primeira vez que a UFU institui um programa visando a essas diretrizes e envolvendo toda a comunidade universitária. Com atuação direta em três dimensões socioespaciais: pedagógica, espacial e pública. “A ideia é criar uma série de medidas permanentes que, ao serem implementadas, irão auxiliar na mudança de hábitos e atitudes da nossa comunidade, atingindo o ambiente universitário e também o entorno físico, familiar e social”, finalizou Calderari.



PICS na Pauta com Daniel Amado conversa com Nilton Luz


Quinta-Feira (24/02/2022) às 20h


Vamos conversar sobre sua experiência na condução da Farmácia Viva no DF, o histórico dessa experiência, quais as principais formulações que utilizam, e os desafios da gestão, mesmo em uma das experiências mais antigas do país.


A Farmácia Viva é uma estratégia fundamental da rede de saúde, de forma a garantir o acesso as plantas medicinais e fitoterápicos, assim como um espaço de educação em saúde e produção de conhecimento.


Nilton é farmacêutico graduado pela Universidade Federal de Goiás, Mestre em Ciências da Saúde - área de concentração de produtos naturais - pela Universidade de Brasília e especialista em Farmacologia Clínica pela Organização de Farmacêuticos Iberolatinoamericanos. Possui experiência de 30 anos na gestão de Farmácia Viva junto a Unidade Pública de Saúde e experiência de 22 anos como docente universitário nas áreas de farmacognosia e fitoterapia.


Ele é servidor público efetivo da Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal, onde chefia o Núcleo de Farmácia Viva a 18 anos. E também é membro do Grupo de Trabalho Sobre Fitoterapia, Homeopatia e Medicina Tradicional Chinesa do Conselho Federal de Farmácia. Não percam esse PICS na Pauta.https://youtu.be/NMHeLsUfkRU



Programa Fitoviva produz 1,5 mil mudas de plantas medicinais por mês e auxilia no tratamento de pacientes com diversas doenças


Em uma área de 3,8 mil metros quadrados dentro do Horto Florestal “Tote Garcia”, na região do Coxipó, funciona o programa Fitoviva, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), onde são produzidas em média 1,5 mil mudas de plantas medicinais e Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC’s) por mês. O responsável técnico pelo serviço ali desenvolvido é o farmacêutico, fitoterapeuta e trofoterapeuta Devanil Roza Fernandes, que conta ainda com dois engenheiros agrônomos, um engenheiro ambiental, dois jardineiros e uma estagiária de Biologia na equipe.


No local, os engenheiros agrônomos e jardineiros cuidam do canteiro matriz, de onde são tiradas mudas para processamento e doação a pacientes da Unidade de Referência em Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (URPICS), que também funciona dentro do Horto Florestal.


No ano passado, teve início um projeto-piloto para implementação de canteiros de plantas medicinais em 10 unidades básicas de saúde da Capital, onde há profissionais capacitados pelo farmacêutico Devanil Fernandes. São as UBS’s dos bairros: Areão, Bela Vista, CPA 4, Despraiado, Grande Terceiro, Novo Mato Grosso, Novo Terceiro, Pedra 90 I e II, Rio dos Peixes e Tijucal. “Nessas unidades, enfermeiros e agentes comunitários de saúde foram capacitados quanto à orientação do uso racional de chás de plantas medicinais”, afirma Devanil. Nessas unidades também são dispensadas plantas medicinais produzidas e processadas pelo Fitoviva.




Saúde na Praça oferece atividades gratuitas em nove modalidades


Após encerrar o ano de 2021 com grande sucesso com o atendimento de aproximadamente 1.200 alunos, o projeto Saúde na Praça vem aos poucos retomando todas as suas modalidades em 2022. A iniciativa, que é oferecida em todas as regiões da cidade, abrange pessoas com idade a partir de 17 anos, porém procura atender preferencialmente a terceira idade.


Bruno Marcos Castilho de Castro, gestor do Saúde na Praça, analisou o momento atual do projeto. "Retornaremos com todos os nossos polos a partir de março e estamos nos empenhando para aumentar o número de polos de atendimento e de alunos participantes, sempre com o objetivo de melhorar a saúde da população de Araraquara", assegurou.


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A yoga possui 9 polos: Casa de Acolhida “Assad Kan”, Centro de Referência Afro “Mestre Jorge”, CRAS CECAP, CRAS Yolanda Ópice, CRAS Jardim Cruzeiro do Sul, CRAS Jardim Hortências, CRAS Parque São Paulo e assentamentos Bela Vista e Monte Alegre. A ginástica laboral conta com seis locais de prática e atende a Secretaria de Meio Ambiente, Coordenadoria de Trânsito, Gestão e Fiscalização de Trânsito, Prefeitura, SESMT e Recursos Humanos. O Lian Gong é oferecido em 4 polos: Vila Melhado, praça da Escola Antônio Lourenço Corrêa, Jardim Paulistano e Praça Pedro de Toledo. Já o Tai Chi Chuan é oferecido em 5 pontos: Residencial Alamedas, Parque São Paulo, Valle Verde (Quilombo Rosa), Pavilhão Weenis Dias Macieira (Cear) e Centro da Juventude. A ginástica artística para idosos também é oferecida no Pavilhão Weenis Dias Macieira (Cear), enquanto as aulas de hidroginástica são oferecidas no Clube da Engenharia.




SMO: Aprovado projeto que institui práticas integrativas e complementares na rede municipal de saúde


Projeto de Lei 9/2022: de autoria do Poder Executivo, dispõe sobre a implantação das práticas integrativas e complementares (PICs) na Secretaria Municipal de Saúde. Conforme o projeto, as PICs são “recursos terapêuticos que buscam a prevenção de doenças e a recuperação da saúde, tendo como objetivo estimular os mecanismos naturais de prevenção de agravos e recuperação da saúde, por meio de técnicas eficazes e seguras, com ênfase na escuta acolhedora, no desenvolvimento do vínculo terapêutico e na integração do ser humano com o meio e a sociedade”.

O texto prevê que na rede municipal de saúde de São Miguel do Oeste, as PICs serão estruturadas com prática terapêuticas, a exemplo da auriculoterapia, reiki, cone hindu, fitoterapia/plantas medicinais e reflexologia podal. Também estabelece que as práticas aplicadas serão conduzidas por enfermeiro coordenador, devidamente habilitado, que administrará todas as necessidades para o desenvolvimento das atividades; e que as PICs serão aplicadas por profissional da área da saúde do SUS, e que serão consideradas como PICs apenas as práticas aprovadas pelo Sistema Único de Saúde.

Conforme a justificativa do projeto, as práticas integrativas e complementares foram institucionalizadas por meio da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPIC), totalizando 29 práticas integrativas. Também afirma que São Miguel é observatório regional das PICs por meio de uma parceria com a Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), e que atualmente está em fase de gestão e capacitação dos profissionais. A justificativa também acrescenta que a Udesc está à disposição no apoio das PICs aos Munícipios, inclusive com projetos para formação de profissionais de nível médio e pós-graduação em PICs para o próximo ano. O projeto foi aprovado por unanimidade em primeiro turno e ainda passará por segunda votação antes de ser enviado para sanção.





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